Entenda a crise na economia brasileira: qual o impacto na inadimplência e como sair do vermelho

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Para compreender como a inadimplência subiu e, principalmente, como vencer ela é preciso compreender o que ocorre hoje na economia do país

O Brasil vive, nos últimos anos, uma grande reviravolta em termos de situação econômica. O boom da economia que possibilitou o crédito para milhares de brasileiros, movimentou o país e aqueceu diversos setores acabou concebendo uma das maiores crises da história brasileira. Com isto, grande parte da população foi arrastada para a inadimplência e seu poder compra revogado.

Mas a questão é, como isto aconteceu? Primeiramente é preciso levar em conta o contexto internacional, pois diversos países, como os Estados Unidos, por exemplo, estavam vivendo uma forte recessão em 2016 e isto impacta diretamente na economia brasileira.

No entanto, alguns dos principais problemas foram internos. Uma das posturas que comprometeu a economia do país foi o projeto político em vigor no período, de incentivo ao crédito e com medidas facilitadoras para aquisição de bens, como automóveis e eletrodomésticos. Isto fez com que a população gastasse muito, contraísse inúmeras dívidas e ficasse despreparada para o que ocorreu a seguir.

Em meio a isto, o real ficou sobrevalorizado, o que afetou diversos setores da indústria e provocou até mesmo fechamento de empresas. Juntou a isto o terceiro fator: o governo teve a atitude de segurar, artificialmente, a inflação. O problema foi que a situação tornou-se insustentável, principalmente no setor energético, e foi-se necessário liberar o índice represado. O impacto foi extremamente forte quando o valor real foi repassado ao mercado.

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Eis aí mais um dos problemas. Frente a tudo isto, para conter a disparada da inflação, seria necessário reduzir juros e com isto incentivar a economia, porém, como todo este cenário estava desabando, o governo precisou aumentá-los para conter o índice e provou ainda mais recessão.

O impacto

Para muitos economistas, esta foi a pior crise dos últimos 100 anos vivida pelo país. Desde 2015, 14 milhões de pessoas ficaram desempregadas, o que representa 13% da população ativa.

Em 2016, a economia recolheu 3,6%. Pode-se comparar o índice com os dados de 2010, momento no qual o Brasil registrou o maior avanço em 20 anos do PIB, quando este cresceu 7,5%.

Os alimentos também sofreram impacto direto. Em junho de 2017, o preço da cesta básica foi de R$ 464,29, de acordo com pesquisa da Associação Brasileira de Supermercados realizada em conjunto com a GFK. O valor é maior do que há quatro anos, que era de R$ 360,57. Um aumento de aproximadamente 128%.

De acordo com as últimas projeções do governo, o país vai continuar em déficit até 2020, o que significa que a dívida externa brasileira continuará aumentando dentro desse período previsto. A projeção conta com a ideia de que não haverá uma crise internacional nesses próximos anos envolvendo alguma grande economia.

Inadimplência dispara

Assim como em toda crise econômica, a inadimplência disparou no país. Tanto para pessoas físicas quanto jurídicas. Isto porque quando um cliente não honra suas dívidas, o orçamento da empresa credora também sofre e cria-se uma cadeia de devedores que afeta toda a situação do Brasil, pois também é fator que influencia o desemprego.

Em 2016, a Pesquisa Nacional do Consumidor Inadimplente, feita pelo Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC) entre janeiro a março, mostrou que 41% dos entrevistados não tinham conseguido pagar as contas por estarem desempregados. Um número preocupante e crescente, considerando que a taxa de desemprego do país chegou a 11% no primeiro trimestre de 2016.

Hoje a situação não é diferente. Pelo sexto mês consecutivo, o número de consumidores com contas em atraso e registrados em cadastros de inadimplentes cresceu, de acordo com informações do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).

Em março deste ano, na comparação com o mesmo mês do ano passado, o crescimento da inadimplência foi de 3,13%. Na comparação entre março e fevereiro de 2018, o crescimento do número de devedores foi mais modesto, atingindo 0,85%. Em termos absolutos, aproximadamente 62,1 milhões de brasileiros encerraram o primeiro trimestre de 2018 com restrições no CPF.

Segundo os dados por setor credor, as dívidas que mais cresceram em março são as contas de telefone, TV por assinatura e internet, cuja alta observada foi de 7,76% na comparação anual. Os setores que mostraram queda em março são as contas de água e luz (-0,55%) e os crediários no comércio (-7,55%).

Mais da metade das dívidas em atraso registradas no Brasil, 51%, atualmente são com bancos ou demais instituições financeiras. Em seguida surgem o comércio com 18%, contas com companhias de telefonia, TV por assinatura e internet 14% e atrasos com as concessionárias de água e luz com 8%.

O indicador também revela que é na faixa etária entre 30 e 39 anos que se observa a maior incidência de brasileiros negativados: mais da metade da população compreendida nesta faixa etária (51%) possui contas em atraso, totalizando aproximadamente 17,6 milhões de inadimplentes.

Por outro lado, o indicador mostrou que a população mais jovem é a que menos deve. Na faixa de e 18 a 24 anos, os inadimplentes representam 20% e formam um contingente de 4,8 milhões.

A crise acabou?

O Brasil está começando a crescer novamente, mas os passos ainda são pequenos. Isto é o que afirmam a maioria dos especialistas na área. O termo “recuperação” é muito forte para ser utilizado.

O PIB teve alta de 1% no ano passado, este crescimento é irrisório perto da grande queda que sofreu. As taxas também seguem baixas e voláteis, podendo mudar a qualquer momento.

No entanto, mesmo com o recuo de 2,6 pontos de março para abril deste ano, o que fez com que o indicador caísse de 92 pontos para 89,4 pontos, o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) aumentou 7,2 pontos em um ano (abril de 2017/abril de 2018) e se manteve positivo em médias móveis trimestrais.

Já em relação à avaliação dos consumidores sobre o momento, o indicador, que mede o grau de satisfação atual com a economia, caiu apenas 1,1 ponto, para 83,3 pontos. E o indicador que mede a situação financeira das famílias diminuiu 3,4 pontos, indo para 69,8 pontos.

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Então como sair do vermelho?

A crise financeira que ainda provoca danos profundos na economia do país deixou uma rastro de problemas. Com dívidas altas e sem condições de quitar, as famílias brasileiras sofrem com as taxas e juros abusivos, criando um círculo vicioso dentro da inadimplência.

No entanto, existem algumas alternativas que podem ajudar. Uma delas é o refinanciamento imobiliário, por exemplo. Esta alternativa de crédito, uma das que mais cresce no país, oferece uma saída: concessão de crédito a juros baixos.

Ao recorrer a esta modalidade é possível fazer um empréstimo, deixando um imóvel como garantia. Isto garante as taxas e juros baixos. Assim, é possível utilizar este dinheiro e quitar as dívidas mais altas e que sofrem correções enormes. Para saber mais sobre esta forma de crédito, entre em contato com a House Credi e comece a sair do vermelho.

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