2018 deve trazer primeiro aumento do crédito para pessoas físicas desde 2014

 No Empréstimo com garantia

O mercado sinaliza que, em 2018, o acesso ao crédito para pessoa física deve ficar mais fácil. Linhas voltadas ao consumo devem ser o carro-chefe do ano.

2018 começou com boas notícias para quem pensa em fazer um empréstimo. Diversos indicadores econômicos otimistas apontam que a oferta de crédito vai subir pela primeira vez desde 2014, após anos de queda contínua. O Banco Central estima um aumento de 3% no estoque de crédito no país – sendo que seus economistas geralmente têm um posicionamento mais conservador nas previsões.

Entretanto, isso não vale para todas as linhas de crédito. Os principais beneficiados devem ser as pessoas físicas: 2018 é ano eleitoral, e o pleito promete ser extremamente polarizado. Consequentemente, as empresas ficam avessas aos riscos e devem deixar grandes decisões financeiras para 2019.

Ainda assim, o cenário é promissor – principalmente tendo em vista a situação dos últimos dois anos. Confira o guia que preparamos com as tendências do mercado de crédito para 2018:

Qual são as expectativas para o mercado de crédito em 2018?

Para pessoas físicas, 2018 deve ser um ano de mais fácil acesso ao crédito. Contudo, não se pode esperar empréstimos nos níveis dos anos de bonança econômica: a recuperação ainda não está consolidada, e os bancos ainda devem agir com cautela.

No caso das pessoas jurídicas, pequenas e médias empresas devem liderar os pedidos e concessões de crédito, principalmente em linhas de empréstimo para capital de giro. Assim como no caso das pessoas físicas, não se pode esperar uma retomada dos níveis pré-crise.

Já as grandes empresas devem pisar nos freios esse ano. A turbulência política ainda não acabou, e as eleições gerais de 2018 devem fazê-las ter cuidado: a instabilidade torna tanto bancos quanto empresas mais contidas e avessas a riscos.

Além disso, tudo aponta que os bancos privados tomarão a dianteira da concessão de crédito em 2018. Com a situação fiscal do país ainda complicada, os bancos públicos devem se manter mais comedidos e exigentes para oferecer empréstimos, limitando-se a linhas de baixo risco, como o empréstimo com garantia ou consignado.

Quais linhas de crédito devem sustentar o crescimento?

Durante a crise, até mesmo quem se manteve empregado, diminuiu os gastos: o desemprego em ascensão gerava insegurança, fazendo com que as pessoas buscassem aumentar suas reservas. Além disso, a inflação pressionou os preços de bens básicos, como alimentos e combustíveis.

Entretanto, em 2017, esse cenário começou a mudar. Com os primeiros passos da recuperação econômica, essas pessoas, que não passaram por graves apuros financeiros nos últimos anos, sentem-se mais confiantes. Elas gastaram mais em presentes de Natal, viajaram nas férias e estão pensando em trocar de carro, por exemplo.

Consequentemente, a tendência é que as linhas de crédito direcionadas à aquisição de bens de consumo sejam as que sustentarão a primeira guinada do crédito para cima desde 2014. Os índices do financiamento de veículos são prova disso: os bancos têm visto um aumento da procura, e têm autorizado cada vez mais esse tipo de empréstimo.

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Índices sustentam as previsões

Mesmo com as tendências conservadoras, o Banco Central tem emitido pareceres mais otimistas no tradicional boletim Focus. Estima-se que a taxa Selic chegue a 9% esse ano, depois de muito tempo na casa dos dois dígitos. Além disso, a inflação não deve apresentar grandes sobressaltos, ficando em 3,81%.

As instituições privadas também têm detectado uma redução na inadimplência (atrasos de 90 dias ou mais nos pagamentos) de seus financiamentos. O Itaú, por exemplo, observou uma queda de 0,6% entre 2016 e 2017.

Crédito mais fácil em 2018

Até agora, os bancos tentavam controlar a inadimplência diminuindo o estoque de crédito e sendo mais rígidos com a sua concessão do que eram nos anos de bonança econômica.

Contudo, 2018 promete um cenário diferente: as tendências apontam que o estoque de crédito vai subir pela primeira vez desde 2014. Em outras palavras, isso significa que os bancos serão mais generosos e concederão mais empréstimos do que têm feito durante os últimos dois anos.

Além disso, a recente diminuição da taxa Selic – assim como a tendência de que ela caia ainda mais – significam que, embora os bancos lucrem menos, o crédito ficará mais barato para a pessoa física. A inflação mais baixa também significa que os preços subirão menos, e que o orçamento das famílias tende a ficar mais equilibrado.

Na prática, isso significa que, se você está pensando em fazer um financiamento ou empréstimo, o cenário é bastante favorável. As chances de que seu pedido seja aprovado são maiores do que nos últimos dois anos – especialmente se você fizer um empréstimo com garantia de imóvel ou veículo, mais barato que outras modalidades e ainda mais fácil de conseguir.

Se você está em uma situação financeira confortável, tem confiança na estabilidade do seu emprego e pensa em trocar de carro ou fazer uma viagem com dinheiro de financiamento, procure uma instituição de confiança e negocie. Se tudo estiver nos conformes, ela não terá problema em fazer negócio com você!

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